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O rei pode estar sem roupas, mas será indecente? Adam examina as decisões da Suprema Corte Americana no "Communications Decency Act" (Ato da Decência das Comunicações) e a noção de que o material "indecente" chega espontaneamente às telas dos computadores das pessoas. Temos também uma matéria sobre os recém-lançados Netscape Communicator 4.01, LetterRip 2.0, e o servidor Usenet RumorMill. Além disso, Tonya confere os editores HTML visuais, onde estão incluídos: Adobe PageMill, Claris Home Page, e Symantec Visual Page.
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LetterRip 2.0 Disponível -- A Fog City Software acaba de lançar o LetterRip
2.0, um programa de gerenciamento de listas ultra-simples. LetterRip 2.0
adiciona o suporte a POP (eliminando a necessidade de uma conexão
Internet dedicada), banners e rodapés nas mensagens, suporte extenso
a Apple Event, processadores de mensagens, contas automáticas para
subscribe e unsubscribe (popularizadas por nossas contas <tidbits- on@tidbits.com>
e <tidbits-off@tidbits.com>), e domínios múltiplos.
Consideramos LetterRip 1.0 extremamente simples de ser usado para o gerenciamento
de várias listas. LetterRip 2.0 é um upgrade gratuito para
seus usários. O preço original é de $295 e inclui 12
meses de suporte e upgrades gratuitos. [ACE]
<http://www.fogcity.com/lr_2.0.html>
Direto do RumorMill
-- Os fãs de Peter Lewis e da Stairways Software ficarão contentes
em saber do lançamento do RumorMill 1.0, um servidor Usenet shareware
de $35 para o Mac. Embora RumorMill não tenha como objetivo lidar
com uma atualização integral da Usenet news (que atualmente
chega a 1 GB por dia, e continua crescendo), é uma solução
simples e barata para se administrar grupos locais de newsgroups e oferecer
a usuários locais alguns newsgroups da Internet, mesmo se o servidor
tiver uma conexão discada! RumorMill suporta sites múltiplos
de upstream e downstream, acesso restrito por número IP, e administração
remota através de uma aplicação separada. RumorMill
também suporta as preferências do NewsWatcher e arquivos padrões
newsrc, e tem opções avançadas que podem ser configuradas
via Telnet. Pelo preço, é difícil vencer RumorMill
no que diz respeito a grupos de discussão local, e ele só
precisa de 2 MB de RAM. [GD]
<http://www.stairways.com/rumormill/>
por Tonya Engst <tonya@tidbits.com>
O Netscape Communicator 4.01 já está disponível para
o Macintosh. O software contém um conjunto de ferramentas Internet
para a Web, email, editoração de HTML, recepção
de dados emitidos (tecnologia "push") e mais. O "browser"
Web incluido, chamado "Navigator", representa um "upgrade"
do Netscape Navigator 3. Uma Professional Editional (Edição
Profissional) vem com módulos adicionais para agenda de grupos e
automação de redes. De acordo com a listagem de especificações
- tão repleta de jargões ou "buzzwords" que poderia
ter sido escrita pelo patrão do Dilbert) - ambas as versões
estão direcionadas diretamente a usuários corporativos. O
Communicator 4.01 também soluciona o recente "bug da privacidade"
que tem recebido grande atenção da midia. Esse pequeno defeito
no software permitiu que "webmasters" mal-intecionados acessassem
arquivos conhecidos dos discos dos usuários.
Talvez o recurso novo mais perceptível no módulo Navigator
- e o mais voltado aos consumidores - é o menu de Bookmarks (Marca-Paginas),
que já vem pré-configurado, para sua conveniência, com
categorias como Esportes e Compras. Cada categoria tem sub-itens, por exemplo,
Compras inclui a cadeia de lojas The Sharper Image e a livraria Amazon Books.
Os Bookmarks do usuárioa aparecem no final do menu. Embora os usuários
novos possam achar esse menu conveniente, para mim parecia que um shopping
center tinha sido anexado ao meu "browser".
Eu descobri que eu podia alterar o novo menu de Bookmarks simplesmente substituindo
o arquivo bookmarks.html da minha pasta de usuário (dentro da pasta
Netscape Users, dentro de Preferences, dentro do System Folder) pelo meu
antigo arquivo de mesmo nome. Eu fiz alguns testes e descobri que editar
o novo arquivo bookmarks.html também funciona, mas não sei
ainda se qualquer uma dessas soluções é permanente.
De acordo com a Netscape, o Communicator requer pelo menos um Macintosh
baseado em 68030, com 16 MB de RAM e sistema 7.5 ou superior. O "download"
da Standard Edition (Edição Standard), com todos os componentes
do Communicator, é de aproximadamente 10 MB. [TJE]
<http://www.netscape.com/flash1/comprod/products/communicator/>
por Adam C. Engst <ace@tidbits.com>
E houve júbilo em Mudville, pois o terrível CDA tinha sido
vencido.
No dia 26 de Junho de 97, a Suprema Corte dos Estados Unidos, numa decisão
unânime (apenas dois juízes discordaram parcialmente), julgou
que o Communications Decency Act (Ato da Decência das Comunicações),
melhor conhecido como CDA, violava a Primeira Emenda da Constituição
dos Estados Unidos. Nas palavras da decisão oficial, "As provisões
sobre 'transmissão indecente' e 'mostra patentemente ofensiva' da
CDA abrangem a 'liberdade de expressão' protegida pela Primeira Emenda."
Com isso, os pais, professores e bibliotecários terão que
decidir sozinhos o que é e o que não é aceitável
que seus pupilos vejam "online", sem o braço forte do governo,
mas com o auxílio de softwares de filtragem e bloqueio.
**O Que Eles Disseram** -- Eu não sou nenhum acadêmico oficial,
mas, lendo o texto na íntegra da decisão (posto na Internet
8 minutos após ser liberado, utilizando um PowerBook e um modem sem
fio Ricochet), parece que a Suprema Corte tem alguns problemas com a CDA.
<http://www.ciec.org/SC_appeal/decision.shtml>
* A Corte considerou que o CDA era demasiadamente vago e que isso teria
um "efeito obviamente congelador na liberdade de expressão".
Basicamente, se o governo decide que alguma coisa é ilegal, os cidadãos
devem ser capazes de discernir quais ações tornaram-se ilegais.
* Para a Corte, o CDA não definia adequadamente os termos "indecência"
e "patentemente ofensiva". Sem uma definição legal
forte, fica difícil, não apenas para o grande público,
mas também para os advogados, determinarem se alguma forma de expressão
pode ser considerada como indecente, patentemente ofensiva ou não.
Eu, pessoalmente, tenho dificuldade com situações como esta,
porque parece que a "decência" é um conceito que
varia radicalmente entre pessoas, culturas e eras diferentes.
* A Corte criticou o CDA por não levar em conta a possibilidade de
que materiais "ofensivos" podem ter algum valor social. O mundo
não é apenas luz e doçura, e, às vezes, é
importante ser exposto a coisas "ofensivas".
* Finalmente, a Corte considerou que o aspecto vago do CDA foi exacerbado
pela inclusão de penas criminais a uma restrição baseada
em conteúdo na liberdade de expressão.
E Agora? -- Os defensores do CDA irão continuar a lutar por
uma provisão que controle, bem, o tipo de expressão que eles
não gostam (esta parece ser a descrição mais precisa).
Alguns grupos pretendem pressionar o Congresso dos Estados Unidos para criar
um novo estatuto e o co-autor do CDA, o senador Dan Coats, pode introduzir
um ato novo, mais focalizado. Essa possibilidade foi encorajada pela opinião
escrita pela Juiza Sandra Day O'Connor (juntamente com o Juiz Chefe William
Rehnquist). Nela, a Juiza O'Connor postula que a criação de
"zonas adultas" na Internet seria constitucional. Entretanto,
ela também lembrou que "o zoneamento baseado nos usuários
está ainda em seus primórdios" e que "devemos avaliar
a constitucionalidade do CDA, quanto à sua aplicação
na Internet, como a conhecemos hoje."
<http://www.ciec.org/SC_appeal/concurrence.shtml>
Outras possíveis leis obrigariam os provedores de acesso para Internet
a oferecerem software de filtragem ou bloqueio. O Presidente Bill Clinton
disse que a administração iria estudar a decisão da
Suprema Corte e observou, "Se formos fazer da Internet um recurso poderoso
para o aprendizado, devemos dar aos pais e mestres as ferramentas que eles
necessitam para tornar a Internet segura para as crianças."
Os defensores do CDA insistiram para que governo cancelasse a decisão.
É importante lembrar que as leis existentes sobre a distribuição
da pornografia infantil e materiais "obcenos" (um termo mais rigidamente
definido do que "indecente") têm sido aplicadas no passado,
e continuam a ser aplicadas à Internet.
Alguns Pensamentos -- Eu fiquei confuso quanto ao governo defender
o CDA, não por achar que qualquer dos argumentos do governo sejam
indefensíveis, mas por que parecia tão improvável que
uma lei dessas pudesse ser ao menos submetida (sim, eu sei que fazia parte
do Ato de Reforma das Telecomunicações de 1996), ainda mais
que o governo ainda insistisse nela após a derrota inicial num tribunal
inferior (veja TidBITS-315_ e TidBITS-333_). Talvez eu tenha certas tendências
parciais para o conceito da responsabilidade individual, mas toda a retórica
que cerca este debate me assusta.
Por exemplo, o Presidente Clinton disse: "Com a tecnologia certa e
os sistemas de censura adequados, nós poderemos assegurar que nossas
crianças não acabarão chegando no distrito da luz vermelha
do cyberspace.". Me desculpe, mas ninguém "acaba chegando"
a ver imagens pornográficas na Internet - se você está
olhando para elas, você seguiu um link para ali estar. O mesmo raciocínio
é válido para os grupos Usenet, canais IRC, e todo o resto.
Ainda mais, a referência ao distrito da luz vermelha é confusa,
pois indica perigo físico. Pode ser verdade num verdadeiro distrito
da luz vermelha, mas uma pessoa que chegue a um desses lugares na rede acidentalmente
pode sair imediatamente, sem maiores problemas.
Recursos Legais Adicionais -- Minhas opiniões acima são
somente expressões pessoais do meu ponto de vista, e não tem
mais valor legal numa corte do que uma caixa de bolas de pingue-pongue.
Para opiniões legais de verdade, eu faria referência a mailing
list dos arquivos das Leis do Cyberspace, onde todos os tópicos foram
discutidos em profundidade.
<http://www.ssrn.com/cyberlaw/>
Para aqueles seriamente interessados numa discussão legal, incluindo
as notas de pé de página (necessárias nesse gênero
literário), eu recomendaria um livro chamado Law and the Information
Superhighway. Escrito pelo Professor Henry H. Perritt, Jr. da Villanova
University School of Law, e publicado por Wiley Law Publications, o livro
é uma referência exaustiva. Custando $150 não é
barato, nem pode ser considerado uma leitura leve, mas quando qualquer assunto
sobre leis na Internet surge, eu me refiro a ele para o básico. Confira
a página abaixo para uma crítica do livro.
<http://jilt.law.strath.ac.uk/elj/jilt/BookRev/3waelde/default.htm>
por Tonya Engst <tonya@tidbits.com>
As primeiras duas partes desta série focalizaram os editores HTML
baseados em texto, programas que oferecem um maior controle sobre o produto
final. Editores como esses fazem com que você tenha que lidar com
tags de HTML (marcadores), um processo que, para uns, é chato, para
outros, intimidador, e geralmente foge da tradição do Macintosh
- a maioria dos usuários de Mac que trabalham com tags de HTML por
dez minutos perguntam logo por algum programa que lide com HTML por trás
das cenas. O primeiro programa desse gênero foi o Adobe PageMill,
que tem atualmente dois competidores: o Home Page 2.0 da Claris, e o Visual
Page 1.0 da Symantec. Esse artigo contrasta esses três programas,
e passa por algumas alternativas não-comerciais (grátis).
<http://www.adobe.com/prodindex/pagemill/>
<http://www.claris.com/products/claris/clarispage/>
<http://www.symantec.com/vpagemac/>
Todos esses programas funcionam como processadores de texto bem simples:
faltam opções sofisticadas de edição de texto,
e você não pode arrastar e soltar (drag & drop) objetos
livremente pela página como é possível num programa
de desktop publishing (ou em editores HTML mais avançados, como o
Golive CyberStudio Pro ou o NetObejcts Fusion). Indo mais além, eles
funcionam numa perspectiva orientada às páginas que frustam
a maioria das pessoas criando grandes sites. Cada programa possui um módulo
de edição, que tenta oferecer uma visão WYSIWYG ("o
que você vê é o que você tem", embora o termo
mais apropriado seja "o que você vê é o que você
vê", ou WYSIWYS); mais um módulo HTML para trabalhar com
o código; e um módulo "preview" que tenta aproximar
como um browser (navegador) vai interpretar a página, com links internos
funcionais. O chato é que no módulo HTML não se pode
acessar os comandos de estilo presentes no módulo de edição,
e tudo tem que ser feito na mão mesmo.
Todos os três programas funcionam bem para experimentar layouts (diagramações)
e criar algumas páginas para a Web. Entretanto, em muitas situações
da vida real, trabalhar com esses programas pode ser estranho, já
que, de alguma forma - num mundo perfeito - é necessário fazer
uns ajustes finais no HTML num ambiente texto. Nem todas as páginas,
porém, precisam de um HTML perfeito para servir aos seus propósitos
e às limitações de tempo de seus criadores. Experiências
recentes ajudando novos usuários de computadores lembram-me que criar
uma página Web usando um software gráfico pode ser um fator
válido para alguns, alguém que não esteja preocupado
com a marcação do código.
Você não vai errar ao escolher o PageMill, o Home Page ou o
Visual Page, mas as diferenças entre eles existem.
Parece texto -- Para composições sérias, esses
três programas são igualmente medíocres e lhes faltam
opções sofisticadas presentes em processadores de texto modernos.
Os três possuem opções básicas de Busca e Substituição
(Find & Replace) e suportam convenções básicas
de edição do Macintosh, embora o Visual Page e o PageMill
falhem em inserir um espaço extra se você arrastar e soltar
um bloco de texto entre duas palavras. O PageMill e o Home Page têm
corretores ortogáficos, embora o do PageMill seja fraco. O Home Page
utiliza os mecanismos padrão de correção da Claris,
tem dicionários e parece mais maduro. O Home Page também leva
as honras por ser o único programa onde você pode mudar os
defaults de tamanhos e fontes - uma função importante para
pessoas que não conseguem criar na irritante e pequenina Times 12pt
- fonte original compartilhada pelos três programas. Por essas razões,
o Home Page é o mais aceito como ferramenta para escrever. Essa categoria
de software, entretanto, funciona melhor para páginas que pareçam-se
com "posters" ou brochuras.
Para colocar grandes documentos na Web, você vai se sair melhor usando
um conversor de HTML como o Myrmidon 1.2 da Terry Morse Software, que merece
mais espaço do que eu estou dando aqui; RTFtoHTML 3.6 (um shareware
de $36 de Chris Hector); o Microsoft Internet Assistant 2.0 for Word 6.0.1;
ou o Astrobytes's BeyondPress 3.0, uma Xtension (plug-in) para o QuarkXpress
com zilhões de funções, incluindo suporte para Cascading
Style Sheets (a Extensis vende uma versão `light' chamada CyberPress).
<http://www.terrymorse.com/>
<http://www.sunpack.com/RTF/>
<http://www.microsoft.com/word/internet/ia/>
<http://www.astrobyte.com/>
<http://www.extensis.com/products/CyberPress/>
Você pode tentar ainda um processador de textos como o Nissus Writer
5.0.4 que é acompanhado com opções decentes de conversão
para HTML (não me impressionei com as características HTML
do WordPerfect). Outra possibilidade seria Globetrotter da Akimbo (resenhado
em TidBITS-374_).
<http://www.nisus-soft.com/nisus_writer.html>
<http://www.akimbo.com/>
Tabelas e Frames
-- Tabelas e frames (quadros) são particularmente tediosos de se
construir do nada em HTML, então desenvolvedores para Web provavelmente
tendem a se voltar para esses programas para ajudá-los. No quesito
frames, o Home Page não é uma boa escolha, porque não
consegue mostrar um conjunto de frames. O PageMill e o Visual Page possuem
essa característica.
Em relação à tabelas, os três programas utilizam
barras de ferramentas e paletes para formatação, então
você não precisa ficar abrindo e fechando várias caixas
de diálogo enquanto monta uma tabela. Nessa questão, porém,
o Home Page perde alguns pontos, porque é necessário formatar
célula por célula, texto por texto, tornando-se tedioso.
O PageMill é um pouco melhor - você aplicar formatações
de células para múltiplas células, mas não pode
aplicar formatações de texto, como a marcação
`strong'. Eu não gosto de trabalhar com tabelas no PageMill porque
demoro para lembrar-me da técnica necessária para selecionar
coisas dentro da tabela (você pode querer selecionar a tabela inteira
uma célula, ou texto dentro da célula). Se você usa
o PageMill frequentemente, não terá problema, mas usuários
ocasionais podem compartilhar a mesma frustração. Ainda, a
barra de ferrmentas o PageMill possui botões minúsculos, e
eu demoro para identificá-los rapidamente. Trabalhar com tabelas
no PageMill não parece fluido para mim.
O Visual Page é o melhor programa para trabalhar com tabelas em HTML
que eu já vi nessa categoria de software. A função
para criar tabelas é fácil de aprender e oferece mais opções
que o Home Page ou o PageMill (por exemplo, no PageMill você só
pode mudar o tamanho vertical das células arrastando-nas; no Visual
Page, você entra com uma medida e aquela medida pode ser aplicada
para qualquer seleção de células). Mais importante,
o Visual Page pode formatar textos em múltiplas células numa
tabela de uma vez só, e ainda aplicar vários formatos de células
à múltiplas células.
Gráficos e Mapas Clicáveis -- Dado que a ênfase
da Adobe é na parte gráfica, não é de se surpreender
que as capacidades gráficas do PageMill se sobressaiam. Não
é tanto por ter mais funções, mas porque envolve mais
cuidado em suas implementações. Por exemplo, o Visual Page
pode alterar o tamanho de gráficos (tanto visualmente, arrastando
até o tamanho desejado, ou numericamente, digitando as medidas),
mas não pode fazê-lo de forma proporcional. o Home Page pode
alterar tamanhos proporcionalmente, mas só arrastando, e não
entrando com as medidas. O PageMill pode dimensionar tanto digitando as
medidas ou arrastando, mas faltam opções mais novas como dimensionar
proporcionalmente para que o gráfico caiba dentro de uma medida pré-estabelecida.
Se se seu interesse em gráficos pode ser satisfeito utilizando imagens
feitas e modificadas em outros aplicativos, qualquer um desses programas
vai funcionar, mas se você trabalha bastante com gráficos,
o PageMill irá serví-lo melhor. Um outro fator negativo do
Home Page é que ele não consegue mostrar gráficos alinhados
à direita ou à esquerda de um bloco de texto (apesar deles
serem corretamente mostrados no browser).
Bolsas para Arrastar arquivos -- Estes três programas aceitam vários
formatos de arquivos. Por exemplo, todos manipulam imagens PICT, GIF e JPEG.
Na maior parte dos casos, podemos simplesmente arrastar o ficheiro para
a janela de trabalho para o mesmo ser incluido na página, usualmente
como imagen ou como objeto incluido ("embedded object") que pode
então ser configurado numa janela de diálogo. Às vezes,
no entanto, o programa cria simplesmente uma ligação para
o ficheiro em questão. Por exemplo,o Visual Page trata sons como
objetos incluidos, mas o Home Page cria ligações seleccionáveis
que conduzem aos arquivos de som. Estes programas mostram os objetos que
para eles arrastámos de maneira diferente, sendo essas diferenças
particularmente aparentes em modo de Visualização ("Preview
mode"). A Adobe assegurou-se de que o formato PDF ("Portable Document
Format" - formato de documento transportável) funciona bem,
enquanto a Symantec prestou atençao especial às miniaplicações
Java ("Java applets").
Pessoalmente, eu desconfio do modo de Visualização porque
prefiro ver as páginas num visualizador ("browser"), mas
posso imaginar situações nas quais o modo de Visualização
se torna importante - os usuários podem não dispor de memória
RAM suficiente para abrir o visualizador simultaneamente, ou serem tão
inesperientes que mudar de uma aplicação para outra possa
ser encarado como um desafio complicado. A tabela abaixo resume a forma
de visualização utilizada pelos programas para diferentes
tipos de mídia para eles arrastados. ("objeto" significa
um objeto incluido genérico; "ligação" significa
que o programa cria uma ligação para o ficheiro em vez de
o incluir na página.)
Formato e Home Page PageMill Visual Page
Modo mostra: mostra: mostra:
----------------------------------------------------------
GIF animado
Modo de Edição 1ª imagem 1ª imagem 1ª imagem
M. Visualização 1ª imagem animação 1ª imagem
QuickTime
Modo de Edição 1ª imagem 1ª imagem filme
M. Visualização 1ª imagem filme filme
AIFF
Modo de Edição ligação objeto objeto
M. Visualização ligação objeto objeto
au/WAV
Modo de Edição ligação ligação objeto
M. Visualização ligação ligação objeto
miniaplicação Java
Modo de Edição objeto Java objeto Java objeto Java
M. Visualização objeto Java objeto Java corre
Modo de Edição ligação primeira página objeto
M. Visualização ligação primeira página objeto
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